Eu, a maturidade e os Sonhos

29 Maio

“Mas é claro que o sol vai voltar amanhã,

Mais uma vez eu sei, escuridão já vi pior, de endoidecer gente sã,

Espera que o sol já vem”…

 

 Imagem

Há sempre um sonho a ser realizado, enquanto respirarmos, estamos em pleno estado de vida e podemos aspirar a grandes realizações, sejam intelectuais, pessoais, familiares, financeiras, vale a pena sonhar!

Na juventude, perdemos muitos horas de nossa vida , sofremos por grandes amores, brigamos querendo impor nossas ideias, somos meio irracionais, estamos sempre dispostos a amar, amar, amar…esquecemos de nossa identidade e de que amanhã chegará e deixaremos de ter a mesma garra para as conquistas individuais.

Os nossos hormônios fervem e o corpo solicita muito prazer, muitos beijos, muita aventura. Somos movidos pelos hormônios!

Na maturidade, podemos viver com intensidade, mas os valores mudam, as aflições desaparecem, ficamos mais calmos, mais equilibrados e pensamos muitas vezes antes de tomarmos qualquer decisão.

“Quem acredita, sempre alcança”…

Nessa altura da vida, já nos aposentamos e estamos com num momento mais desenrolado, sem grandes compromissos, os filhos já encaminhados profissionalmente, sem grandes problemas.

Perguntamos a nós mesmos:

E agora, o que faço?

Vou para a academia de ginástica, não quero ficar “despencada”, sempre falo isso, mas não basta, preciso de mais compromisso com o mundo, talvez um trabalho voluntário ocupe o vazio da aposentadoria.

Um blog!

Ótima ideia, poderei conversar com pessoas de todas as idades e de variados lugares do mundo, farei amizades virtuais, vou escrever muito, aproveitar o tempo que quando jovem me faltava para essa tarefa , que tanto me realiza como pessoa!

A academia, o trabalho voluntário, o blog, a escrita como prioridade, mas ainda falta alguma coisa…

Dos amigos nunca esqueço, aqueles que sempre me fizeram rir muito…que sempre choraram comigo!

Sempre os procuro com um sorriso escancarado, somos cúmplices de nossas vidas!

Descobri que ainda falta dançar, beijar, amar sem conta…

 

“Tudo o que se vê não é

do jeito que se viu há um segundo,

Tudo passa,

 tudo sempre passará, como uma onda no mar”.

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